NovidadeReconhecimento facial da Monuv · conheça no SegSummit 21/10 Estande A14Novo: reconhecimento facialSegSummit · 21/10 · Estande A14Agende sua visitaAgendar
Guias

Câmera em nuvem ou DVR: qual é melhor para gravar suas câmeras

Entenda como funciona a câmera em nuvem, o que muda em relação ao DVR em custo, acesso e segurança, e como levar as câmeras que você já tem para a nuvem.

8 min de leitura

Câmera em nuvem é a câmera cujas imagens são gravadas e gerenciadas em servidores na internet, e não num DVR dentro do local. DVR é a sigla em inglês para gravador digital de vídeo, o aparelho que guarda as gravações num disco rígido. Na nuvem, você vê o vídeo ao vivo e as gravações pelo navegador ou pelo celular, de qualquer lugar.

Para a maioria das operações, a câmera em nuvem é a melhor escolha. Ela protege as gravações, facilita o acesso de várias pessoas e reúne câmeras de muitos locais numa só tela. O DVR ainda atende instalações pequenas e isoladas, mas cria limites quando a operação cresce.

A seguir, você entende como funciona o armazenamento em nuvem para câmeras e as oito diferenças práticas entre nuvem e DVR. Também vê como levar para a nuvem as câmeras que você já tem.

O que é câmera em nuvem

Câmera em nuvem é um modelo de serviço, e não um tipo específico de câmera. Qualquer câmera IP, ou um DVR com câmeras analógicas, pode enviar vídeo para uma plataforma na nuvem. Esse modelo também é chamado de VSaaS, sigla em inglês para videomonitoramento como serviço.

Na prática, a plataforma faz o que antes dependia de equipamentos no local: gravação, armazenamento, acesso remoto, gestão das câmeras e alertas. Tudo isso fica num software acessado pela internet, que é atualizado pelo fornecedor.

Nem todo sistema que permite ver câmeras pelo celular é, de fato, nuvem. O instituto de padrões dos Estados Unidos, o NIST, definiu na publicação SP 800-145 cinco características essenciais da computação em nuvem:

  • Autoatendimento sob demanda: o cliente ajusta recursos, como armazenamento, sem depender de outra pessoa.
  • Acesso amplo pela rede: o serviço funciona em celulares, computadores e navegadores comuns.
  • Recursos compartilhados: a infraestrutura atende muitos clientes e é distribuída conforme a necessidade.
  • Elasticidade: a capacidade cresce ou diminui rapidamente, em alguns casos de forma automática.
  • Serviço medido: o uso é acompanhado e otimizado de forma automática.

Um DVR com acesso remoto não atende a esses critérios. O vídeo continua preso ao aparelho, e cada acesso de fora sai do próprio local.

Como funciona o armazenamento em nuvem para câmeras

No armazenamento em nuvem para câmeras, o vídeo sai da câmera ou do gravador e sobe pela internet até a plataforma. Lá ele é gravado, organizado e fica disponível para quem tem permissão.

Na Monuv, a conexão usa protocolos comuns no mercado, como RTSP, RTMP e P2P, com vídeo no padrão H.264. Protocolo é a "língua" que a câmera usa para enviar o vídeo.

Segundo a central de ajuda da Monuv, cada câmera precisa de 500 a 900 kbps de upload. Upload é a velocidade de envio do link de internet.

Três escolhas definem o serviço:

  • Tempo de gravação: vai de apenas ao vivo até 1 ano, definido câmera a câmera.
  • Quem acessa: cada pessoa tem usuário e perfil próprios.
  • O que cada pessoa vê: o compartilhamento pode ser limitado por pessoa, câmera, dias e faixas de horário.

O custo acompanha essas escolhas. No VMS em nuvem da Monuv, o preço é por câmera e varia conforme o tempo de armazenamento escolhido.

Câmera em nuvem x DVR: 8 diferenças na prática

As diferenças entre câmera em nuvem e DVR aparecem no dia a dia, e não só na ficha técnica. Veja as oito principais.

1. Custos

DVR: exige comprar gravadores, discos rígidos e, em operações maiores, servidores e cópias de segurança em outro local. Manutenção, troca de disco e reparos geram gastos que aparecem sem aviso.

Câmera em nuvem: não precisa de servidor local. O investimento inicial é menor e o custo mensal é previsível, por câmera, crescendo junto com a operação. Veja os modelos em preços.

2. Evolução da tecnologia

DVR: os recursos ficam travados no que foi comprado. Atualizações de firmware dependem de ação manual, e muitas melhorias só chegam com a troca do aparelho.

Câmera em nuvem: o software é atualizado pelo fornecedor, sem trocar equipamento. Na Monuv, recursos de inteligência artificial, como detecção de presença e intrusão, podem ser ativados em câmeras já conectadas.

3. Acesso remoto e compartilhamento

DVR: o acesso remoto depende de configuração de rede e de aplicativos do fabricante. A qualidade varia, e vários acessos ao mesmo tempo deixam o sistema lento.

Câmera em nuvem: o sistema nasce para acesso remoto, por navegador e aplicativo. O vídeo fica em servidores de alta capacidade, então várias pessoas acessam ao mesmo tempo sem perda de desempenho. O compartilhamento é controlado por pessoa, câmera, dias e horários.

4. Escalabilidade

DVR: o espaço de gravação é limitado pelo disco instalado. Para aumentar a resolução ou o tempo de gravação, é preciso comprar mais equipamento.

Câmera em nuvem: resolução e tempo de gravação podem ser ajustados sem mexer no equipamento do local. Adicionar câmeras também não exige um novo servidor.

5. Gestão das câmeras

DVR: cada local tem o seu gravador, com o seu acesso. Quem tem várias unidades precisa entrar em sistema por sistema, e a mistura de fabricantes complica tudo.

Câmera em nuvem: todas as câmeras ficam numa só plataforma, mesmo vindas de diferentes fabricantes. Dá para organizar por local, cliente ou grupo e ver o status de cada uma num só painel.

6. Consumo de internet

DVR: cada pessoa que assiste de fora usa o link do local, o mesmo usado pelo caixa e pelos sistemas do negócio. Quanto mais acessos, maior o consumo.

Câmera em nuvem: o envio para a nuvem usa uma banda fixa e previsível. Quem assiste puxa o vídeo da nuvem, então os acessos não pesam no link do local.

7. Segurança das gravações

DVR: o disco pode falhar sem aviso, e muitas vezes isso só é descoberto quando alguém precisa do vídeo. O aparelho também pode ser roubado ou danificado, levando as gravações junto.

Câmera em nuvem: o que já foi gravado fica guardado fora do local, mesmo se o equipamento for levado. O Conf.IA, recurso de IA da Monuv, avisa quando uma câmera fica sem conexão ou com a imagem obstruída. Isso ajuda a garantir que todas as câmeras funcionem.

8. Confiabilidade

DVR: a proteção contra falhas depende de quanto se investiu em cópias e equipamentos reserva. Manter isso exige equipe de TI e servidores que passam a maior parte do tempo parados.

Câmera em nuvem: a infraestrutura em nuvem já nasce com redundância, ou seja, com cópias e servidores reserva. O cliente não precisa montar nem manter essa estrutura.

Para ver em detalhe as falhas mais comuns do modelo local, leia os 8 maiores problemas da gravação de câmeras em DVRs.

Quando a câmera em nuvem faz mais diferença

A câmera em nuvem traz ganho em qualquer porte, mas alguns cenários sentem mais a diferença:

  • Empresas com várias unidades, que precisam ver todas as câmeras num só lugar.
  • Operações com muitas câmeras, em que manter gravadores em cada local vira custo e retrabalho.
  • Locais com risco de roubo do equipamento, onde perder o DVR significa perder as provas.
  • Equipes que trabalham com alertas de IA, que avisam sobre o que importa sem exigir alguém olhando a tela.

Nesses casos, a nuvem muda o foco da operação. Em vez de cuidar de aparelhos, a equipe passa a cuidar da segurança e a usar os dados das câmeras para decidir.

CFTV em nuvem com as câmeras que você já tem

CFTV, ou circuito fechado de TV, é o nome tradicional dos sistemas de câmeras de segurança. Levar o CFTV para a nuvem não exige trocar tudo.

Na Monuv, câmeras IP e gravadores DVR e NVR de diferentes fabricantes podem ser conectados à plataforma. NVR é o gravador usado com câmeras IP. Assim, o DVR existente pode servir de ponte, enviando o vídeo das câmeras analógicas para a nuvem.

Isso permite uma migração gradual. Você começa pelas câmeras ou unidades mais críticas e amplia depois, sem perder o investimento já feito.

Perguntas frequentes

  • O que é câmera em nuvem? É uma câmera cujas imagens são gravadas e gerenciadas numa plataforma na internet, e não num gravador no local. Você acessa o vídeo ao vivo e as gravações pelo navegador ou pelo celular.
  • Como funciona o armazenamento em nuvem para câmeras? A câmera ou o gravador envia o vídeo pela internet para a plataforma, que guarda as gravações pelo tempo escolhido. Na Monuv, esse tempo vai de apenas ao vivo até 1 ano, definido câmera a câmera.
  • Preciso trocar minhas câmeras para ter CFTV em nuvem? Nem sempre. Câmeras IP e gravadores DVR e NVR de diferentes fabricantes podem ser conectados, desde que atendam aos requisitos técnicos da plataforma.
  • Câmera em nuvem é melhor que DVR? Para a maioria das operações, sim. A nuvem protege as gravações contra roubo e falha do aparelho. Ela também facilita o acesso de várias pessoas e reúne câmeras de muitos locais num só painel.
  • Quanto de internet uma câmera em nuvem usa? Segundo a central de ajuda da Monuv, cada câmera precisa de 500 a 900 kbps de upload. Quem assiste puxa o vídeo da nuvem, então os acessos não pesam no link do local.

Quer saber como levar as câmeras da sua operação para a nuvem, aproveitando o que já está instalado? Falar com especialista.

Leve a Monuv para a sua operação

Converse com um especialista e veja como a plataforma se aplica às suas câmeras.

Continue lendo