O SegSummit 2026 acontece em 21 de outubro, no Distrito Anhembi, em São Paulo, e reúne num só dia quem decide a segurança eletrônica no país. A Monuv estará no estande A14, na Alameda A, com especialistas, demonstrações ao vivo da plataforma e a apresentação em primeira mão da sua grande novidade: o reconhecimento facial.
Se a sua operação tem centenas ou milhares de câmeras, a visita vale a pena. Dá para ver na prática como reunir tudo numa só plataforma, usar inteligência artificial para agir só no que importa e conectar as câmeras que você já tem, sem trocar equipamento. A entrada no evento é gratuita.
Resumo
- Quando: 21 de outubro de 2026
- Onde: Distrito Anhembi, São Paulo, estande A14 (Alameda A)
- Destaque: lançamento do reconhecimento facial da Monuv
- Entrada: gratuita, com credenciamento pelo site oficial do evento
- Dica: agende um horário com um especialista antes de ir
1. Ver de perto o reconhecimento facial, a novidade da plataforma
Na maioria das operações, o reconhecimento facial ainda é usado depois que algo acontece: alguém revisa horas de gravação para descobrir quem esteve no local. A proposta da Monuv é outra: avisar a equipe no momento em que uma pessoa de interesse aparece em qualquer câmera.
Funciona assim: o cliente cadastra os rostos de interesse numa lista de observação; a IA analisa o vídeo, detecta e reconhece faces em tempo real; e, quando encontra uma correspondência, envia um alerta em até 3 segundos, com o rosto detectado ao lado do rosto da lista. A decisão é sempre de uma pessoa.
A mesma lista pode valer para todas as câmeras e unidades da operação. Assim, um rosto cadastrado uma vez passa a ser reconhecido em toda a rede, o que faz diferença na prevenção de perdas no varejo, em locais de grande circulação e em entradas e áreas restritas.
No estande, você vê o recurso funcionando, tira dúvidas sobre câmeras, cobertura e LGPD e pode registrar seu interesse para conversar sobre o seu projeto depois do evento. Para chegar já entendendo os detalhes, leia como funciona o reconhecimento facial para segurança.
2. Entender uma IA que só entrega o que exige ação
Numa operação grande, ninguém consegue olhar todas as câmeras ao mesmo tempo. Por isso, a IA da Monuv não foi feita para mostrar mais imagem, e sim para filtrar: ela detecta em até 3 segundos, com 98% de precisão, e envia à equipe apenas os eventos que pedem uma resposta. Os falsos positivos ficam pelo caminho.
Hoje a plataforma processa mais de 10 milhões de eventos de inteligência artificial por mês e faz mais de 20 milhões de leituras de placas mensais. São mais de 10 analíticos, entre eles:
- intrusão e presença em áreas protegidas;
- pessoa suspeita, quando alguém permanece tempo demais num local;
- veículo suspeito, quando um veículo fora da lista passa com frequência;
- anomalias e ameaças, com a IA aprendendo o padrão da cena;
- ausência no posto de trabalho;
- leitura de placas e contagem de fluxo.
No estande, você também entende os dois jeitos de ativar a IA, que podem ser combinados câmera a câmera:
- Streaming: análise 100% em nuvem, em qualquer câmera ou DVR.
- Snap: a detecção básica da própria câmera é validada em nuvem, com custo mais acessível e bom desempenho em locais com internet limitada.
3. Conhecer o VMS em nuvem com as câmeras que você já tem
Desde 2017, a Monuv leva para a nuvem o CFTV que as empresas já têm. Hoje são mais de 100 mil câmeras conectadas ao VMS em nuvem da plataforma, de diferentes marcas e em diferentes locais, todas numa só tela, sem servidor local e sem trocar equipamento.
Algumas peças que você vê funcionando no estande:
- Conf.IA: rondas automáticas com IA apontam falhas de conexão, obstruções e outros problemas nas câmeras antes que a imagem faça falta.
- Gravação em nuvem: do apenas ao vivo até 1 ano de gravação, com recuperação rápida de vídeo e evidências.
- Compartilhamento de acessos: quem acessa, quais câmeras, em quais dias e horários.
- Mais de 25 integrações: com sistemas de alarme, portaria e gestão, como Moni, Sigma e Gear, para o vídeo e os alertas chegarem às ferramentas que a equipe já usa. Veja todas as integrações.
4. Levar o desafio da sua operação
A mesma plataforma atende mais de 15 segmentos, do varejo à indústria. O ponto de partida, porém, é o desafio da operação. Alguns dos mais comuns:
- Proteger perímetro e áreas externas: a IA detecta intrusões em pátios, muros e áreas abertas, com menos alarmes falsos e resposta mais rápida.
- Centralizar dezenas ou centenas de unidades: todas as câmeras numa só plataforma, com status de cada uma e acesso controlado por pessoa e horário.
- Prevenir perdas: do micromarket às grandes lojas, com IA, reconhecimento facial e evidências em vídeo.
- Monitorar locais remotos com internet limitada: usinas fotovoltaicas e torres de telecom funcionam bem com o Snap, que economiza banda.
- Auditar processos: carga e descarga, acessos e rotinas críticas registrados em vídeo fácil de encontrar.
Leve exemplos reais da sua operação. O time ajuda a desenhar a combinação certa de VMS, IA e integrações para o seu cenário.
5. Entender a segurança pública colaborativa
Câmeras privadas podem ajudar a proteger a cidade inteira. A Monuv é o maior parceiro homologado do Smart Sampa, o programa de segurança da Prefeitura de São Paulo, com mais de 15 mil câmeras compartilhadas, e está integrada a mais de 10 programas públicos, entre eles o Muralha Paulista.
No estande, você entende como funciona a adesão, quais requisitos cada programa pede e como as câmeras passam a compartilhar placas, faces e vídeo com o poder público, com processo e controle. Saiba mais sobre a segurança pública colaborativa.
Como aproveitar a visita
- Agende um horário: pela página da Monuv no SegSummit, você reserva um horário com um especialista e evita esperar no estande.
- Leve números da sua operação: quantidade de câmeras, unidades e sistemas que a equipe usa ajudam a conversa a ir direto ao ponto.
- Traga um desafio concreto: uma área que sofre com invasões, uma loja com perdas recorrentes ou uma unidade remota sem boa internet são ótimos pontos de partida.
Perguntas frequentes
Quando e onde acontece o SegSummit 2026?
Em 21 de outubro de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo. A Monuv estará no estande A14, na Alameda A.
A entrada no SegSummit é gratuita?
Sim. O credenciamento é feito pelo site oficial do evento.
Preciso agendar para visitar o estande da Monuv?
Não é obrigatório, mas recomendado: com horário marcado, um especialista fica dedicado à sua conversa.
O que a Monuv vai lançar no SegSummit?
O reconhecimento facial, nova inteligência artificial da plataforma que alerta a equipe em até 3 segundos quando uma pessoa da lista de observação aparece em qualquer câmera.
Visite a Monuv no SegSummit 2026
- Data: 21 de outubro de 2026
- Local: Distrito Anhembi, São Paulo
- Estande: A14, Alameda A
- Entrada: gratuita, com credenciamento pelo site oficial do evento
Agende um horário com um especialista e traga as perguntas da sua operação.
O SegSummit 2026 já aconteceu
A grande novidade apresentada pela Monuv no evento foi o reconhecimento facial. Veja como ele funciona e onde faz mais diferença.



